DVD Documentário sobre aborto nos EUA
Emocionante! Provocante! Instigante! Revelador! O documentário que desvendou a industria do Aborto nos EUA

Critica do Blood Money que saiu no jornal Folha de São Paulo

Veja matéria publicada nessa Sexta-feira no jornal Folha de São Paulo.

11-22-2013 12-05-49 PM

Resultado da enquete sobre opinião do público que assistiu o filme:

11-25-2013 10-13-16 AM

Vejam aqui os comentários que as pessoas que assistiram o filme nos enviaram:

  • Lucas Castro: Ridícula a posição do jornal. O debate profundo que eles querem é o debate político-esquerdista-progressista que mata pessoas inocentes em função do progresso (financiado por banco mundial, ONU, etc). Quanto mais abortos num país, mais oportunidade de acesso à créditos internacionais, sabiam?
  • Gabriel Carvalho: FOLHA não está acostumada a dados sérios quando os assuntos são dessa natureza. A reportagem é superficial, rasa, com tons de preconceito e nada imparcial. Na verdade, até o observador mais desatento é capaz de ver que FOLHA está impondo sua opinião abortista. Tira a liberdade e inteligência do leitor.
  • Ana Carolina S. Paula:A folha de são paulo erra feio ao dizer que o filme não tem bases científicas! o problema da imprensa é que qualquer dado científico que seja encontrado será semore taxado como duvidoso pelas organizações abortistas. Isso é um ciclo sem fim! Temos dados que nunca serão aceitos, não pela veracidade científica mas por ideologia da imprensa, mas eles continuam pedindo dados novos que não existem. errou feio, folha de são paulo.
  • Dirceu Fernando Belotto: A matéria tem um único objetivo: desqualificar o filme – documentário. E para isso usa termos como “satanizar”, “teoria conspiratória”, “sem citar fontes científicas …..despejam estatísticas” e, por fim, o já enfadonho “ao se apoiar em dogmas religiosos”. #sóquenão E aí o arremate: “a própria ONU considera o aborto uma questão de saúde pública”. A bem da verdade, os dados citados em Blood Money são muito sólidos e estão disponíveis a qualquer um (basta fazer uma pesquisa séria), assim como os próprios dados do Ministério da Saúde (no Brasil) contradizem os dados apresentados pela ONU e instituições pró-aborto. Pois, o número exorbitante apresentado não passa nem pelo SUS, nem pela rede privada, nem pelo IML. O que faz Blood Money: mostra que a realidade da pós-legalização do aborto não é tão bonita quanto pintado pelos pró-aborto. O que o jornal chama de “teoria conspiratória” é o tal termo usado para desqualificar aquilo que ninguém quer ver ….
  • Angela Borges: Mais uma vez a única opinião válida é aquela à esquerda. Conservadores não podem ter opinião, e mais, ousar divulgá-la é panfletário. A isso se dá o nome de democracia.
  • Caio Marcus Rebello Mello: Na verdade, o assunto se torna simples quando nos conscientizamos que NINGUÉM tem o direito de tirar a vida de um outro ser, seja em qual situação for. Está na Constituição de qualquer país civilizado. A vida é um bem inalienável e ninguém tem o direito de decidir pela vida ou pela morte de quem quer que seja. Não há diferença em tirar uma vida na gestação ou depois do nascimento. Não é questão de religião, de fé. É uma questão de Justiça. Quem é a favor do aborto, é a favor de qualquer outro crime contra a vida. Para eles não importa, pois não são eles que estão sendo extirpados da sociedade. No fundo, tudo o que visam são seus próprios interesses. É infantilidade achar que alguém que seja a favor do aborto, está pensando no bem-estar da gestante. Há casos em que de forma alguma a mãe tem responsabilidade sobre a gravidez e assim teria o direito de abortar? Podemos dizer que em situações como o estupro, ela supostamente teria esse direito, mas perguntamos, se a despeito de corrigir uma “injustiça”, poderemos cometer outra injustiça pior ainda? A criança, fruto desse ato, teve alguma responsabilidade sobre o ocorrido? Teria que pagar com a morte, o erro praticado por outra pessoa? Não seria mais humano, no caso da mãe não se sentir em condições de criar esse filho, o Estado se responsabilizar pelo sustento dessa criança, já que em última instância, é obrigação do Estado dar segurança a todos os seus cidadãos?
  • Pedro Silva: A Folha de SP representa, por si só, o tom panfletário que acusa o documentário. A prova disso é que ignora o fato de que os grupos pró-vida não possuem qualquer respaldo internacional, enquanto as entidades abortistas se movem pelo amparo da ONU (citado, inclusive, pela própria Folha) e por organizações milionárias como a Fundação Macarthur e Fundação Ford. Então reclamar de uma opinião “única” quando, na verdade, a única opinião preponderante dos “formadores de opinião” é a legalização do aborto, demonstra o quanto a Folha de SP é carcomida por ideólogos psicopatas e histéricos.
  • Marcos Teixeira: Discordo da opinião da Folha, pois já cansei de ver debates e participar de alguns e na verdade quem sempre fala sem fontes científicas ou as distorce são os pró aborto. Clara também é a posição deste jornal que demonstra de que lado joga! Cláudia Colucci em sua matéria deixa claro que ao dizer que o documentário falhou em assumir uma posição contrária ao aborto, ela defende, por trás de sua opinião “libertária e imparcial” qual foi o intuito de sua crítica ao filme. É interessante ver o silêncio da mídia sobre os protestos pró vida que mobilizaram o Brasil de norte a sul e quando algum meio de comunicação deles falavam era para criticar. Será que esta escritora e a folha querem comentar de forma imparcial estas manifestações?
  • Odília Milhomens de Azevedo: O filme levantou dúvidas na colunista? Se ela quer “provas” para as denúncias feitas, significa que elas podem ser reais, verdadeiras. Prove que não são, sra. Cláudia!
    Esse filme promete um rigoroso e sério debate, além da busca desse aprofundamento, que não cabe num pequeno documentário.
    Achei interessante que foi identificado um ponto positivo pela jornalista: o desamparo das mulheres, diante da gravidez indesejada. Mas o raciocínio pode ser melhorado: assim como muitas mulheres nessa situação se atiram em busca da aquisição de medicamentos abortivos na internet, como única saída, por que não buscam os locais de acolhimento de gestantes, como alternativa? Existem sim! Temos o Lar Preservação da Vida, no Paraná, que há 25 anos vem salvando vidas (das mães e dos bebês), trazendo alegria para muitas famílias, que poderiam estar chorando a morte de ambos, caso optassem pela “única solução” que lhe é mostrada. E como essa instituição, outras também existem no Brasil. É só ir em busca que se acha!
    Mas os governos consideram mais fácil matar do que cuidar. Essa é a triste constatação! Por que não criar Casas de Apoio a essas mães, ao invés de adotar leis que facilitam o aborto? Por que não orientar para o sexo responsável e consciente, ao invés de instigar os jovens ao sexo desregrado, oferecendo os preservativos e os contraceptivos/abortivos (pílula do dia seguinte), além da possibilidade do abortamento?
    O que há no filme, é o outro lado da moeda sendo exposto. Veja quem tiver olhos de ver!
    A defesa da vida, desde a concepção é uma atitude moral, e não apenas religiosa, como querem fazer parecer. Essa defesa aparece nos documentos mais respeitados de uma nação, como sua constituição (Art. 5º), o Pacto de São José da Costa Rica (Artigo 4), o nosso Código Civil (art. 2º), e a Convenção sobre os Direitos da Criança (Preâmbulo).
    O que leva as pessoas a fecharem os olhos para essas leis e criarem outras contrárias a elas, sem o menor respeito pelo que está posto? Ainda existem as chamadas “Cláusulas pétreas” no nosso Direito?
  • Sandra Guimarães: A mídia brasileira é em geral abortista e não aceita idíeas contrárias. Muitos destes jornalistas são financiados por ONGs que estão buscando a aprovação no Brasil da liberação do Aborto. O discurso do “politicamente correto,” se tornou obrigação para a mídia brasileira.   Acho que o publico que lê jornal merece ter mais esclarecimentos e a critica desta sra só alimenta a ignorância, pois não estimula as pessoas assistirem uma opinão contrária a sua. As pessoas tem que ter liberdade de escolha, mas somente depois do conhecimento. Importantissímo mostrar o que existe por trás da industria do aborto. A Informação só ajuda a pensar.
  • Em breve publicaremos mais comentários enviados para o site.

 

Autor: BloodMoney

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